Asfalto com bagaço de cana

A pesquisa é feita por cientistas do Instituto Federal de Educação, Ciências e Tecnologia Fluminense (IFF), é parte da tese de doutorado do engenheiro civil Claudio Leal.

A utilização do bagaço de cana substitui a celulose com algumas propriedades semelhantes e outras até superiores, e ainda auxila no uso de resíduos provenientes da fabricação de álcool e açucar.

Atualmente, são produzidas no Brasil cerca de 132 milhões de toneladas de bagaço de cana. Cada tonelada de cana moída gera cerca de 270kg do bagaço. Embora a maior parte seja queimada nas caldeiras das próprias usinas, para gerar energia térmica ou elétrica, cerca de 20% do resíduo não é aproveitado, sendo lançado no meio ambiente. “Considerando-se que a produção de uma tonelada de SMA absorve cerca de 3kg de aditivo, o gasto com a fibra de celulose é entre R$ 10 e R$12 por tonelada de asfalto. Sua substitutição, portanto, representaria uma redução de custo a quase zero”, demonstra Regina Aquino, professora do IFF e orientadora de Leal no estudo.
 Como sequência à pesquisa, será feito um trecho experimental utilizando esta substituição das fibras.

www.correiobraziliense.com.br

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